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dTpa (Difteria-Tétano-Coqueluche acelular tipo adulto)

  • Vacina contra Difteria-Tétano-Coqueluche acelular do tipo adulto, também conhecida como dTpa ou tríplice bacteriana acelular tipo adulto;
  • É composta pela combinação de toxóides Diftérico e Tetânico e de bactérias inativadas e purificadas (acelular) da Coqueluche (Pertussis);
  • É indicada como dose de reforço para adolescentes que receberam a vacina DTP na infância;
  • Tem maior importância na prevenção da Coqueluche em adultos jovens, bem como diminuir o risco da transmissão intra domiciliar da Coqueluche para recém nascidos.

DTPa (Difteria-Tétano-Coqueluche acelular) + IPV (Poliomielite Inativada)

  • Vacina contra Difteria-Tétano-Coqueluche acelular também conhecida como DTPa ou tríplice bacteriana acelular, combinada à vacina inativada contra a Poliomielite (IPV);
  • É indicada como vacinação de reforço tardio (5ª dose) para crianças pré-escolares, podendo ser usada até 13 anos de idade;
  • Reforços contra Difteria, Tétano e Coqueluche são feitos aos 15 anos de idade e a cada 10 anos consecutivamente, utilizando-se a vacina dTpa Adulto.

Gripe

Vacina

A vacina quadrivalente contra a gripe protege contra as infecções causadas pelo vírus influenza. Como ele está sempre em mutação e há diversos tipos, cada ano são produzidas vacinas contra os principais tipos circulantes tanto no Hemisfério Sul quanto no Norte, e a composição é definida pela Organização Mundial da Saúde.

Fazem parte do grupo de risco para complicações de infecção da Influenza: crianças menores de 5 anos, gestantes, maiores de 60 anos e paciente com co-morbidades (como doenças respiratórias crônicas, doenças cardíacas crônicas, doença renal crônica, imunossupressão, e outros).

Devido à curta duração de sua proteção - aproximadamente 1 ano - e à possibilidade de mudança da composição, deve-se tomar a vacina contra a gripe anualmente.

Adultos e crianças a partir de 9 anos de idade: uma dose anual;

Crianças de 3 a 8 anos: duas doses, com intervalo de um mês entre as doses, no primeiro ano da vacinação. E uma dose anual nos anos subsequentes.

Crianças abaixo de 3 anos de idade: devem receber a vacina trivalente, sendo duas doses, com intervalo de um mês entre as doses, no primeiro ano da vacinação, e uma dose anual nos anos subsequentes.

*A dose para crianças até 35 meses equivale à metade da dose de um adulto (0,25 ml).

Doença

A gripe é uma doença extremamente contagiosa que acomete as vias respiratórias e é transmitida pelo vírus influenza. Há diversos tipos de vírus influenza, que se alteram frequentemente, gerando novos tipos e subtipos.

Os quadros mais comuns de gripe tem curta duração mas, devido à sua característica de fácil disseminação, exige atenção especial para grupos como idosos, pacientes com baixa imunidade e pacientes com doenças crônicas (diabetes, insuficiência renal, portadores de doenças pulmonares etc), que registram altas taxas de hospitalização.

Os primeiros sintomas costumam manifestar-se de 24 horas após o contato com o vírus até 4 dias depois e, normalmente, a pessoa tem febre (acima de 38ºC), dor de cabeça, dores nos músculos, calafrios, prostração, tosse seca, dor de garganta, espirros, coriza, garganta seca e rouquidão. Pode também apresentar pele quente e úmida, e olhos avermelhados e lacrimejantes. A febre é o sintoma mais importante, com duração média de 3 dias. Ao baixar a febre, os outros sintomas respiratórios ainda permanecem por 3 a 4 dias. Em crianças, a temperatura pode ficar elevada, sendo comum o aumento dos gânglios atrás do pescoço, quadros de bronquite, além de sintomas gástricos.

Há 3 tipos básicos do vírus da gripe: A, B e C. Estes três sofrem mutações genéticas e criam subtipos que podem ser mais ou menos perigosos. O tipo A é o que sofre mais mutações e, por isso, é o maior causador de epidemias de gripe no mundo.

Transmissor - Os vírus do tipo A podem ser encontrados em humanos, suínos, cavalos, mamíferos marinhos e aves; do tipo B ocorrem exclusivamente em humanos; os do tipo C, em humanos e suínos.

Forma de transmissão - O modo mais comum é a transmissão pessoa a pessoa por meio de gotículas expelidas pelo doente ao falar, tossir, espirrar e nas secreções respiratórias que ficam nas mãos (ao assoar o nariz, tampar a boca ao tossir etc.). Também já ocorreram casos de transmissão direta de aves e suínos para o ser humano.

Período de transmissão - A pessoa infectada pode transmitir o vírus de 2 dias antes do início dos sintomas até 5 dias após os mesmos.

Complicações - As complicações são mais comuns em idosos; asmáticos; pessoas com alguma doença pulmonar, insuficiência cardíaca, diabetes e/ou com sistema imune enfraquecido (geralmente, nestes casos, a duração é maior e a doença mais grave); gestantes (a taxa de internação hospitalar é maior até os 3 meses de gestação); pessoas com doença crônica renal ou distúrbios sanguíneos. Entre as complicações mais frequentes está a pneumonia bacteriana. Também podem ocorrer: inflamações musculares, inflamações cardíacas e complicações neurológicas graves. Crianças podem desenvolver inflamação no cérebro (encefalopatia) e problemas no fígado após o uso do ácido acetilsalicílico (AAS).

Lembre-se: não se automedique. Sempre procure seu médico. Ele poderá indicar o melhor tratamento para que você recupere sua saúde.

Haemophilus Tipo B (HIB)

Vacina

A principal indicação desta vacina é a prevenção da meningite causada pelo Hib. É produzida a partir de bactérias inativadas (mortas) e é indicada para crianças aos 2, 4 e 6 meses de idade. Recomenda-se tomar o reforço quando o bebê estiver entre 15 e 18 meses - a rede pública não oferece esta dose de reforço, apenas as clínicas particulares.

Pessoas acima de cinco anos de idade podem precisar da vacina em situações especiais, como indivíduos que retiraram ou irão retirar o baço ou têm anemia falciforme. Nestes casos, os médicos devem orientar a vacinação.

Doença

A meningite é uma infecção nas meninges. Os primeiros sintomas aparecem de 2 a 4 dias após a pessoa ser infectada. Seu início geralmente é súbito, com febre, forte dor de cabeça, náuseas, vômitos e rigidez de nuca. Sinais característicos da doença são: resistência e dor ao estender o joelho com o quadril totalmente flexionado e levantamento involuntário das pernas ao levantar a cabeça do doente. Em bebês os sintomas são inespecíficos (dificilmente há rigidez de nuca e convulsões) e inicialmente apresentam sintomas comuns a outras doenças infecciosas desta idade, tais como: variação de temperatura, desconforto respiratório, irritabilidade, letargia, recusa alimentar, agitação e vômitos. Fique atento se seu bebê gritar quando você manipular suas pernas na hora de trocar a fralda, a isto chamamos de grito meníngeo e é muito comum se a criança estiver com meningite.

Transmissor - O ser humano.

Forma de transmissão - Pelo contato direto com o doente ou portador por meio das vias respiratórias.

Período de transmissão - A partir da contaminação até 48 horas após o doente ter começado o tratamento com antibióticos.

Complicações - As principais complicações são: perda da audição, distúrbio de linguagem, retardo mental, falta de coordenação motora, distúrbios visuais e morte.

Curiosidade - Meninge deriva do grego e quer dizer "membrana". É ela que recobre o cérebro e o sistema nervoso central através de suas 3 camadas.

Lembre-se: não se automedique. Sempre procure seu médico. Ele poderá indicar o melhor tratamento para que você recupere sua saúde.

Hepatite A

Vacina

A vacina da Hepatite A é indicada para prevenir a doença causada pelo vírus A da Hepatite e é produzida a partir de vírus mortos. Pessoas a partir de 1 ano de idade já podem tomá-la.

Ela está disponível nas versões pediátrica e adulto e a idade limite para o uso dessas apresentações pode variar de acordo com o fabricante. O esquema padrão de vacinação é de duas doses, com intervalo de 6 a 12 meses entre a 1ª e a 2ª dose.

Pelo calendário de vacinação infantil, está indicada uma primeira dose com 12 meses de idade e a segunda dose aos 18 meses.

Doença

A Hepatite A é uma doença causada por um vírus. Os sintomas são parecidos com os da gripe, porém também ocorrem alterações no fígado e a pessoa fica com as mucosas amareladas (quanto mais velha, mais chances de ficar com uma aparência amarelada). Há casos em que o paciente não desenvolve sintoma nenhum; em outros, surgem poucos sintomas e são raras as vezes em que a pessoa falece.

Dividimos a doença da seguinte forma:

  • Incubação (do contágio até os primeiros sintomas) - Varia de 15 a 45 dias (média de 30 dias);
  • Fase inicial ou pré-amarelada (pré-ictérica) - Duração média de 7 dias. Surgem: mal-estar, dores de cabeça, febre baixa, falta de apetite, fraqueza, fadiga intensa, dor nas articulações, náuseas, vômitos, desconforto abdominal (na região abaixo das costelas do lado direito), aversão a alguns alimentos e à fumaça de cigarro;
  • Fase do amarelado (fase ictérica) - Dura de 4 a 6 semanas. De 2 a 3 dias antes, a urina fica escura. Pode ocorrer coceira, fezes claras, aumento do fígado e do baço. A febre, a dor nas articulações e a dor de cabeça vão desaparecendo.
  • Recuperação - Retorno da sensação de bem-estar. A cor amarelada vai desaparecendo e as fezes e a urina voltam à sua coloração normal.

Transmissor – Principalmente o ser humano. Também primatas, como chimpanzés e saguis.

Forma de transmissão - Através das fezes contaminadas da pessoa doente que contamina a pessoa sadia através da boca (fecal-oral); por água contaminada; alimentos contaminados; no contato direto com o doente ou através de objetos contaminados. A transmissão através de ferimentos na pele e por transfusão de sangue é rara.

Período de transmissão - De 2 semanas antes do início dos sintomas até o final da segunda semana de doença.

Complicações - O prolongamento da doença por vários meses, podendo chegar a até 1 ano, é muito raro. Através dos exames TGP e TGO (transaminases) é possível controlar se as enzimas do fígado estão em níveis muito elevados. A forma mais grave da Hepatite A (fulminante) apresenta letalidade de 40% a 80%. Nesses casos, ocorre a morte de várias células do fígado (necrose), e os primeiros sinais e sintomas são brandos e inespecíficos. A pessoa fica amarelada (com icterícia) e indisposta, sua urina escurece, a coagulação do sangue fica anormal, a insuficiência do fígado instala-se entre 10 e 30 dias e o paciente entra em coma em poucos dias.

Lembre-se: não se automedique. Sempre procure seu médico. Ele poderá indicar o melhor tratamento para que você recupere sua saúde.

Hepatite A e B

Vacina

A vacina combinada contra as Hepatites A e B é composta de antígeno de superfície do vírus causador da Hepatite B e vírus causadores da Hepatite A inativados. É necessário o esquema completo (3 doses) para que se obtenha a proteção esperada pela vacinação.

Essa vacina pode ser utilizada a partir de 1 ano de idade. O esquema consiste na aplicação de 3 doses, com intervalo de 1 mês entre a 1ª e a 2ª dose e de 6 meses entre a 1ª e a 3ª dose; menores de 16 anos poderão receber esquema de duas doses com intervalo de 6 meses entre elas. Caso o intervalo entre as doses tenha sido ultrapassado não há necessidade de recomeçar o esquema, apenas completá-lo.

Observação: Esta vacina é indicada para pessoas que não tenham sido vacinadas anteriormente. Em idosos, a indicação desta vacina deve considerar riscos de exposição e vacinação anterior.

Doença

Hepatite A

A Hepatite A é uma doença causada por um vírus. Os sintomas são parecidos com os da gripe, porém também ocorrem alterações no fígado e a pessoa fica com as mucosas amareladas (quanto mais velha, mais chances de ficar com uma aparência amarelada). Há casos em que o paciente não desenvolve sintoma nenhum; em outros, surgem poucos sintomas e são raras as vezes em que a pessoa falece.

Dividimos a doença da seguinte forma:

Incubação (do contágio até os primeiros sintomas) - Varia de 15 a 45 dias (média de 30 dias);

Fase inicial ou pré-amarelada (pré-ictérica) - Duração média de 7 dias. Surgem: mal-estar, dores de cabeça, febre baixa, falta de apetite, fraqueza, fadiga intensa, dor nas articulações, náuseas, vômitos, desconforto abdominal (na região abaixo das costelas do lado direito), aversão a alguns alimentos e à fumaça de cigarro;

Fase do amarelado (fase ictérica) - Dura de 4 a 6 semanas. De 2 a 3 dias antes, a urina fica escura. Pode ocorrer coceira, fezes claras, aumento do fígado e do baço. A febre, a dor nas articulações e a dor de cabeça vão desaparecendo.

Recuperação - Retorno da sensação de bem-estar. A cor amarelada vai desaparecendo e as fezes e a urina voltam à sua coloração normal.

Transmissor – Principalmente o ser humano. Também primatas, como chimpanzés e saguis.

Forma de transmissão - Através das fezes contaminadas da pessoa doente que contamina a pessoa sadia através da boca (fecal-oral); por água contaminada; alimentos contaminados; no contato direto com o doente ou através de objetos contaminados. A transmissão através de ferimentos na pele e por transfusão de sangue é rara.

Período de transmissão - De 2 semanas antes do início dos sintomas até o final da segunda semana de doença.

Complicações - O prolongamento da doença por vários meses, podendo chegar a até 1 ano, é muito raro. Através dos exames TGP e TGO (transaminases) é possível controlar se as enzimas do fígado estão em níveis muito elevados. A forma mais grave da Hepatite A (fulminante) apresenta letalidade de 40% a 80%. Nesses casos, ocorre a morte de várias células do fígado (necrose), e os primeiros sinais e sintomas são brandos e inespecíficos. A pessoa fica amarelada (com icterícia) e indisposta, sua urina escurece, a coagulação do sangue fica anormal, a insuficiência do fígado instala-se entre 10 e 30 dias e o paciente entra em coma em poucos dias.

 

Hepatite B

A Hepatite B é uma doença causada por um vírus e que pode ou não manifestar sintomas no portador. Em casos extremos, pode levar à morte. Na forma aguda (de curta duração), os sintomas vão desaparecendo aos poucos. Algumas pessoas, dependendo da idade, desenvolvem a forma crônica (de longa duração), mantendo um processo inflamatório do fígado por mais de 6 meses. A probabilidade de uma pessoa desenvolver a forma crônica é de 90% em crianças menores de 1 ano; de 20% a 50%, entre 1 e 5 anos; entre 5% e 10% em adultos.

Sintomas - mal-estar; dor de cabeça; febre baixa; anorexia; fraqueza; fadiga; dor nas articulações; náuseas; vômitos; descoanforto no tórax do lado direito; aversão a alguns alimentos e ao cigarro; icterícia (cor amarelada nos olhos) - esta geralmente se inicia quando a febre desaparece, podendo ser precedida por urina escura e fezes esbranquiçadas -; fígado aumentado; baço aumentado.

Os sintomas podem demorar de 30 até 180 dias para aparecer, após a pessoa ter-se infectado (a média fica entre 60 e 90 dias).

Transmissor - O ser humano.

Forma de transmissão - Por via sexual; transfusões de sangue; procedimentos médicos e odontológicos; hemodiálises sem as adequadas normas de biossegurança; transmissão mãe-filho (durante a gestação); por contatos íntimos em casa (compartilhamento de escova dental e lâminas de barbear); acidentes com algum tipo de sangramento; compartilhamento de seringas e de material para a realização de tatuagens e piercings.

Período de transmissão - A pessoa infectada pode passar o vírus da Hepatite B para outras pessoas de 2 a 3 semanas antes do aparecimento dos primeiros sintomas, bem como durante a evolução da doença. O portador crônico (por longo período) pode transmitir por vários anos.

Complicações - A Hepatite pode durar anos. O portador também pode desenvolver cirrose hepática e suas complicações: acúmulo de líquido no abdome, hemorragias digestivas, peritonite (inflamação da membrana que reveste o sistema digestivo), distúrbios neurológicos e câncer no fígado.

Lembre-se: não se automedique. Sempre procure seu médico. Ele poderá indicar o melhor tratamento para que você recupere sua saúde.

Hepatite B

Vacina

Vacina indicada para a prevenção da infecção do vírus B da Hepatite. É produzida a partir de técnicas de engenharia genética com a utilização do próprio vírus causador da doença. A vacina está disponível para crianças e adultos, sendo administrada em 3 doses, recebidas da seguinte forma:

Crianças

  • 1ª dose - primeiras horas após o nascimento;
  • 2ª dose - entre 1 e 2 meses de idade;
  • 3ª dose - aos 6 meses de idade.

Adultos

  • 1ª dose - na data escolhida;
  • 2ª dose – 1 mês após a 1ª;
  • 3ª dose - 5 meses após a 2ª.

Doença

A Hepatite B é uma doença causada por um vírus e que pode ou não manifestar sintomas no portador. Em casos extremos, pode levar à morte. Na forma aguda (de curta duração), os sintomas vão desaparecendo aos poucos. Algumas pessoas, dependendo da idade, desenvolvem a forma crônica (de longa duração), mantendo um processo inflamatório do fígado por mais de 6 meses. A probabilidade de uma pessoa desenvolver a forma crônica é de 90% em crianças menores de 1 ano; de 20% a 50%, entre 1 e 5 anos; entre 5% e 10% em adultos.

Sintomas - mal-estar; dor de cabeça; febre baixa; anorexia; fraqueza; fadiga; dor nas articulações; náuseas; vômitos; descoanforto no tórax do lado direito; aversão a alguns alimentos e ao cigarro; icterícia (cor amarelada nos olhos) - esta geralmente se inicia quando a febre desaparece, podendo ser precedida por urina escura e fezes esbranquiçadas -; fígado aumentado; baço aumentado.

Os sintomas podem demorar de 30 até 180 dias para aparecer, após a pessoa ter-se infectado (a média fica entre 60 e 90 dias).

Transmissor - O ser humano.

Forma de transmissão - Por via sexual; transfusões de sangue; procedimentos médicos e odontológicos; hemodiálises sem as adequadas normas de biossegurança; transmissão mãe-filho (durante a gestação); por contatos íntimos em casa (compartilhamento de escova dental e lâminas de barbear); acidentes com algum tipo de sangramento; compartilhamento de seringas e de material para a realização de tatuagens e piercings.

Período de transmissão - A pessoa infectada pode passar o vírus da Hepatite B para outras pessoas de 2 a 3 semanas antes do aparecimento dos primeiros sintomas, bem como durante a evolução da doença. O portador crônico (por longo período) pode transmitir por vários anos.

Complicações - A Hepatite pode durar anos. O portador também pode desenvolver cirrose hepática e suas complicações: acúmulo de líquido no abdome, hemorragias digestivas, peritonite (inflamação da membrana que reveste o sistema digestivo), distúrbios neurológicos e câncer no fígado.

Lembre-se: não se automedique. Sempre procure seu médico. Ele poderá indicar o melhor tratamento para que você recupere sua saúde.

Hexavalente (Difteria-Tétano-Coqueluche + Hib + Poliomielite + Hepatite B)

  • A vacina contra Difteria-Tétano-Coqueluche acelular (DTPa), Poliomielite inativada (VIP), Haemophilus influenzae tipo B (Hib) e Hepatite B também é conhecida como vacina Hexavalente;
  • É composta pela combinação de toxóides Diftérico e Tetânico, de bactérias inativadas purificadas (acelular) da Coqueluche, vírus inativados da Poliomielite, bactérias Haemophilus influenzae tipo B inativadas e antígeno da superfície do vírus da Hepatite B purificado;
  • Esta vacina é indicada para crianças aos 6 meses de idade, podendo ser também administrada aos 2 meses de idade, se a criança ainda não recebeu a 2ª dose da Hepatite B;
  • Aos 4 meses de idade, a criança deverá receber a 2ª dose contra Difteria, Tétano e Coqueluche, Poliomielite e Haemophilus tipo B;
  • O reforço contra Difteria, Tétano e Coqueluche, Poliomielite e Haemophilus tipo B (alguns calendários) é feito aos 15 meses de idade;
  • O reforço contra Difteria, Tétano, Coqueluche e Poliomielite é feito entre 4 e 6 anos;
  • Reforços contra Difteria e Tétano são feitos aos 15 anos e a cada 10 anos consecutivamente - estes poderão ser feitos com a vacina Dupla adulto ou com a vacina dTpa adulto.

HPV Oncogênica

  • A vacina bivalente contra infecção do Papilomavírus humano (HPV) é composta por partículas semelhante a vírus (VLPs-L1) dos HPV tipos 16 e 18;
  • É necessário o esquema completo (3 doses) para que se obtenha a proteção esperada pela vacinação;
  • O esquema consiste na aplicação de três doses, assim distribuídas: a primeira dose na data escolhida, a segunda dose um mês após a primeira e a terceira, cinco meses após a segunda dose;
  • A vacina bivalente recombinante contra Papilomavírus humano, tipos 16 e 18, é uma vacina que mostrou eficácia de 100% para lesões precursoras do câncer do colo de útero (NIC) para os tipos contidos na vacina, assim como proteção em níveis significativos para infecções incidentes e persistentes causadas pelos HPV 31 e 45; esses 4 tipos de HPV (16,18, 31 e 45) são responsáveis por aproximadamente 80% dos casos de câncer do colo uterino na mulher.

HPV Quadrivalente

  • A vacina quadrivalente contra infecção do Papilomavírus humano (HPV) é composta por partículas semelhante a vírus (VLPs-L1) dos HPV tipos 6,11,16 e 18;
  • É necessário o esquema completo (3 doses) para que se obtenha a proteção esperada pela vacinação;
  • O esquema consiste na aplicação de três doses, assim distribuídas: a primeira dose na data escolhida, a segunda dose dois meses após a primeira e a terceira, seis meses após a primeira dose (o intervalo mínimo entre a segunda e terceira dose é de 3 meses);
  • A vacina quadrivalente recombinante contra Papilomavírus humano (tipos 6, 11, 16 e 18) ajuda a proteger contra as seguintes doenças causadas por esses papilomavírus humano: câncer do colo do útero; lesões do colo do útero anormais e pré-cancerosas (alterações nas células do colo do útero que têm risco de se tornarem câncer); verrugas genitais; câncer da vagina e da vulva; infecção por HPV.

Meningocócica A + C

  • A vacina contra a infecção causada pelos Meningococos A e C é também conhecida como Meningocócica A e C;
  • É composta pela combinação de Meningococos A e C inativados e purificados;
  • A proteção conferida pela vacina aparece 10 a 14 dias após sua aplicação;
  • É indicada a crianças a partir de 2 anos de idade, adolescentes e adultos;
  • Pode ser necessário reforço após 3 a 5 anos, de acordo com orientação médica.

Meningocócica B+C

  • A vacina contra a infecção causada pelos Meningococos B e C é também conhecida como Meningocócica B e C;
  • É composta de proteínas da membrana externa do Meningococo B conjugada a polissacarídeo capsular do Meningococo C;
  • É necessário o esquema básico completo (2 doses) para que se obtenha a proteção esperada pela vacinação;
  • Pode ser administrada em crianças a partir de 3 meses de idade, adolescentes e adultos;
  • São necessárias duas doses com intervalo de 6 a 8 semanas entre as doses.

Meningocócica C

  • A vacina contra a infecção causada pelo Meningococo C também é conhecida como Meningocócica C;
  • É composta de Meningococos C inativados e conjugados a proteínas;
  • É necessário o esquema completo para que se obtenha a proteção esperada pela vacinação;
  • É indicada a crianças a partir de 3 meses de idade, adolescentes e adultos;
  • Para crianças menores de 1 ano de idade, o esquema consiste na administração de duas doses, com intervalo de 1 a 2 meses entre as doses; maiores de 1 ano de idade recebem apenas uma dose;
  • Crianças que foram vacinadas com menos de 1 ano de idade devem receber uma dose de reforço após completarem 1 ano de idade.

Pentavalente (Difteria-Tétano-Coqueluche + Hib + Poliomielite)

  • A vacina contra Difteria-Tétano-Coqueluche acelular, Poliomielite inativada e Haemophilus influenzae tipo B (Hib) é também conhecida como vacina pentavalente;
  • É composta pela combinação de toxóides Diftérico e Tetânico e de bactérias inativadas e purificadas (acelular) da Coqueluche, vírus inativados da Poliomielite e bactérias Haemophilus influenzae tipo B inativadas;
  • A proteção induzida pela vacina só atingirá os níveis esperados após o esquema completo;
  • De acordo com o calendário de vacinação, é indicada a todas as crianças aos 2, 4 e 6 meses de idade;
  • Aos 6 meses é possível utilizar a vacina hexavalente;
  • Reforços contra Difteria, Tétano, Coqueluche e Poliomielite são feitos aos 15 meses e entre 4 e 6 anos. Alguns calendários também recomendam o reforço contra Haemophilus B aos 15 meses;
  • Reforços contra Difteria e Tétano são feitos aos 15 anos e a cada 10 anos, consecutivamente - estes poderão ser feitos com a vacina Dupla adulto ou com a vacina dTpa adulto.

Pneumocócica 23 Valente

  • A vacina contra a infecção causada pelos Pneumococos (Pneumonia, Otite, Meningite, etc.) é também conhecida como Pneumocócica 23 valente ou “Contra a Pneumonia”;
  • É composta pela combinação de 23 sorotipos de Pneumococos (inativados);
  • São necessárias de 2 a 4 semanas para que a proteção induzida pela vacina atinja os níveis desejados (durante este período você poderá não estar protegido);
  • É indicada, em dose única, a crianças a partir de 2 anos de idade, adolescentes e adultos, fazendo parte do calendário de vacinação dos idosos;
  • Reforços após 3 a 5 anos podem ser realizados, de acordo com orientação médica;
  • A revacinação não deve ser realizada com intervalos menores que 3 anos.

Pneumocócica Conjugada 13 Valente (Prevenar 13)

  • É indicada a crianças a partir de 2 meses de idade até 5 anos 11 meses e 29 dias;
  • Crianças menores de 7 meses recebem 3 doses com intervalos de 1 a 2 meses entre as doses e uma 4ª dose com 12 a 15 meses de idade;
  • Crianças entre 7 e 11 meses recebem 2 doses com intervalo de 1 mês entre as doses e uma 3ª dose com 12 a 15 meses de idade;
  • Crianças entre 12 e 23 meses recebem 2 doses com intervalo de 2 meses entre as doses;
  • Crianças entre 2 anos e 6 anos incompletos: 1 dose única;
  • Contraindicações da vacina serão avaliadas na unidade antes da aplicação.

Rotavírus Pentavalente

  • A vacina pentavalente contra o Rotavírus é composta de vírus vivos atenuados dos sorotipos G1, G2, G3,G4 e sorotipos G que contenham P1[8] (como o G9);
  • É necessário o esquema completo (3 doses) para que se obtenha a proteção esperada pela vacinação;
  • O esquema de vacinação consiste em três doses. A primeira dose entre 6 a 12 semanas de vida; as doses subsequentes devem ser administradas com intervalo mínimo de quatro semanas entre cada dose. A terceira e última dose não poderá ser aplicada após 32 semanas de vida;
  • Recomenda-se que a vacina seja administrada aos 2, 4 e 6 meses de vida;
  • Não há restrições quanto a ingestão de alimentos antes ou após a vacinação, inclusive leite materno;
  • Após trocar as fraldas das crianças vacinadas recentemente a lavagem das mãos deve receber atenção especial;
  • A vacina contra o Rotavírus e a Vacina oral contra a Poliomielite (Sabin) podem ser feitas no mesmo dia, caso contrário recomenda-se um intervalo de 15 dias entre elas.

SCR (Sarampo-Caxumba-Rubéola)

  • A vacina contra Sarampo-Caxumba-Rubéola (SCR) é também conhecida como Tríplice viral;
  • É composta pela combinação de vírus causadores do Sarampo, Caxumba e Rubéola vivos e atenuados;
  • São necessárias de 2 a 3 semanas para que a proteção induzida pela vacina atinja os níveis desejados;
  • Indicada a todas as crianças ao completarem 1 ano de idade, com uma dose de reforço entre 4 e 6 anos de idade;
  • Adolescentes e adultos até 50 anos devem receber duas doses durante a vida. Caso nunca tenham sido vacinados deverão receber duas doses com intervalo de 30 dias entre as doses;
  • Maiores de 50 anos recebem sempre dose única;
  • Deve-se evitar a gravidez por um período de 30 dias a partir da data da aplicação da vacina;
  • A realização de testes tuberculínicos (PPD) deve ser evitada por um período de 6 semanas;
  • Evite contato com pessoas imunodeprimidas por um período de 30 dias;
  • Se você receber transfusão de sangue, plasma ou imunoglobulina humana, num período de 2 a 3 semanas após a vacinação, deverá ser administrada uma nova dose de vacina 3 meses após a data da transfusão.

Tétano

  • A vacina contra o Tétano é composta de toxóide tetânico;
  • É necessário o esquema básico completo (3 doses) para que se obtenha a proteção esperada pela vacinação;
  • Nos adultos e adolescentes, essa vacina só deve ser utilizada na impossibilidade de se receber a vacina Dupla Adulto (Difteria e Tétano);
  • Pessoas que nunca foram vacinadas contra o Tétano recebem 3 doses da vacina, com intervalo de 2 meses entre a 1ª e a 2ª dose, e de 6 a 12 meses entre a 1ª e a 3ª dose;
  • Pessoas com menos de 3 doses anteriores devem completar o esquema seguindo os intervalos como descritos acima;
  • Todas as pessoas com esquema básico completo recebem reforços a cada 5 a 10 anos por toda a vida;
  • Caso o intervalo entre as doses tenha sido ultrapassado, não há necessidade de recomeçar o esquema, apenas completá-lo.

Tetra Viral (Sarampo-Caxumba-Rubéola + Varicela)

  • Vacina contra Sarampo-Caxumba-Rubéola (SCR) e Varicela, também conhecida como Tetra viral. É composta pela combinação de vírus causadores do Sarampo, Caxumba, Rubéola e Varicela, vivos e atenuados;
  • Indicada para a prevenção das doenças acima descritas, em crianças entre 12 meses e 12 anos de idade. Uma dose de reforço (2ª dose) deve ser aplicada a partir de 3 meses após a aplicação da 1ª dose, a critério médico;
  • Em situações especiais a vacina pode ser aplicada a partir de 9 meses de idade, nesse caso um reforço (2ª dose) deve ser aplicado após 3 meses. Para vacinar crianças com idade entre 9 meses e 12 meses de idade é necessária a apresentação da prescrição médica.

Varicela (Catapora)

Vacina

Indicada para prevenir a catapora em crianças e adultos. É produzida a partir de vírus enfraquecidos que causam a doença. Crianças a partir dos 12 meses devem tomá-la e uma dose de reforço está indicada 3 meses após a primeira (este reforço não deverá ultrapassar os 24 meses de idade).

Adolescentes e adultos, sem comprovação de vacinação prévia, tomam duas doses, sendo que a segunda deve ser de 1 a 3 meses depois da primeira.

Observação: A marca de vacina GSK possibilita que crianças sejam vacinadas a partir dos 9 meses de idade (sob orientação médica). Nesse caso, duas outras doses serão necessárias após a criança completar 1 ano de idade.

Doença

A catapora (ou varicela) é uma doença altamente cotagiosa causada por um vírus. É caracterizada por erupções na pele, manchas vermelhas arredondadas e salientes por todo o corpo, que depois se transformam em pequenas bolhas parecidas com as de queimadura, com um líquido claro dentro. Em pouco tempo, essas bolhas escurecem e em seguida viram crostas. Este ciclo se repete durante a doença.

O período entre o contágio e a manifestação da doença pode durar de 14 a 16 dias. Pacientes que estejam com baixa imunidade podem apresentar os sintomas mais cedo. Adolescentes e adultos, em geral, sofrem mais com os sintomas do que as crianças.

Transmissor - O ser humano.

Forma de transmissão - A pessoa infectada pode transmitir a doença através de gotículas que ficam espalhadas pelo ar quando ela espirra, tosse, fala ou mesmo quando respira perto de alguém. Objetos contaminados com as secreções do doente também podem transmitir a catapora. A porcentagem de contaminação através do contato com as bolhas e crostas é razoavelmente pequena.

Período de transmissão - Pode variar entre 1 e 2 dias antes da erupção até 5 dias após o surgimento do primeiro grupo de bolhas.

Complicações - A catapora ainda pode causar algumas complicações: infecções na pele que podem evoluir para uma infecção generalizada (sepse); inflamação nas articulações; problemas renais; pneumonia; problemas cardíacos; inflamação no cérebro (encefalite, meningite). O uso de ácido acetilsalicílico (AAS), principalmente por crianças, pode causar problemas neurológicos e no fígado. Em gestantes, a catapora pode causar infecção no feto, com mal formações (Síndrome da Varicela Congênita). Já as pessoas com a imunidade baixa podem desenvolver a formas de Catapora mais graves e com grande risco de morte.

Lembre-se: não se automedique. Sempre procure seu médico. Ele poderá indicar o melhor tratamento para que você recupere sua saúde.

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