Image Memorial Laboratório e Imagem

Atendimento ao Cliente

(71) 4004-0107

Fique Atualizado

Gostaria de receber informações e novidades sobre o Image Memorial?

Autorizo o recebimento de informações via e-mail.

Não tenho interesse em receber informações via e-mail.





Masculino Feminino



Atenção: O nono digito (9) será adicionado automaticamente nos celulares de SP.


Enviando
Aguarde. Estamos redirecionando para a página de
Resultados de Exames.


Localize uma unidade





Sobre a DASA

Informações gerais sobre a DASA, maior empresa da América Latina e quarta maior do mundo.

Saiba mais

Sobre o Image Memorial

Informações gerais sobre o Image Memorial Medicina Diagnóstica.

Saiba mais

Sustentabilidade

O Image Memorial está comprometido a ser uma empresa ecologicamente correta, socialmente justa e economicamente viável

Saiba mais


Cafeína: vilã ou mocinha?

Cafeína: vilã ou mocinha?

 

Não é só no Brasil que o cafezinho é um hábito. Em todo o mundo ele faz parte do dia a dia das pessoas. Seja em casa ou no trabalho, “a hora do café” chega a ter uma função agregadora entre colegas de profissão, família ou amigos que se esbarram e decidem tomar uma xícara de café. É servido em reuniões, para acompanhar um bolo, receber uma visita e há quem pare em qualquer padaria para degustar essa bebida. Entretanto, quando pesquisas começaram a levantar os malefícios do consumo de cafeína, esse ritual passou a ser questionado. Afinal, faz mal ou não?

Primeiramente, vale a pena lembrar que o café não é o “vilão” da história. Em todos os estudos feitos, o foco foi a cafeína, substância que também está presente em chás, mate e, claro, na coca-cola (uma das bebidas mais consumidas no mundo). Além disso, muitos dos malefícios antes atribuídos ao café foram recentemente superados por uma série de estudos que comprovou que a cafeína também é benéfica para a saúde, desde que consumida com moderação, no máximo 500 mg/dia (uma xícara de café expresso contém cerca de 70 mg).

Entre os benefícios, destacam-se, por exemplo, o seu papel de poderoso bronco-dilatador, informação importante para pacientes que sofrem com asma, e sua ação estimulante. Pesquisas também o relacionaram com a prevenção do mal de Parkinson e com o controle do humor. Em 1996, um estudo com 86 mil mulheres feito pela Universidade de Harvard apontou uma relação inversa entre consumo de café e risco de suicídio. Apesar de não serem conclusivos, esses dados sugerem uma ação da bebida no sistema nervoso central, modulando o estado de humor da pessoa. Acredita-se que esse efeito possa ser provocado por uma substância descoberta recentemente no café: o ácido clorogênico. A relação entre cafeína e problemas cardíacos também foi contestada e especialistas afirmam que ela só é prejudicial para indivíduos que já sofrem com problemas cardiovasculares.

Um estudo recente, no entanto, revelou que a ingestão de 200 mg ou mais de cafeína por dia reduziu as concentrações de estradiol livre nas mulheres brancas e aumentou nas asiáticas. O efeito da ingestão da cafeína sobre os níveis de estradiol em mulheres afrodescendentes não foi considerado significativo. Já a ingestão de refrigerantes e chá verde com a substância (cerca de uma xícara de 240 ml) foi associada ao aumento das concentrações de estradiol livre em mulheres de todas as etnias. A longo prazo, essa variação nos níveis do hormônio pode influenciar no aparecimento de doenças, como osteoporose, endometriose e câncer de mama.

Os autores já afirmaram que a pesquisa não é conclusiva e, portanto, serão necessários novos estudos para afirmar essa descoberta. Diante de tantas controversas, vale seguir a dica: consuma, mas com moderação.

 

Editora médica: Dra. Anna Gabriela Fuks (615039RJ)
Jornalista responsável: Roberto Maggessi (31.250 RJ)

Compartilhe:

  • Compartilhar no Facebook
  • Compartilhar no Twitter
  • Indicar para um Amigo
  •  

    Indique para seu Amigo




















 
 
 
Image Memorial Laboratório e Imagem © 2017 Image Memorial Laboratório e Imagem. Todos os direitos reservados.